Modernismo- 3ª Geração

Modernismo 3.ª Geração

A Terceira Geração Modernista foi a Fase do Esteticismo, em que prevaleceu a preocupação com a literatura enquanto estética – a arte da palavra. A literatura de denúncia, que tinha dominado a geração anterior, ficou saturada, e os autores de 45 não tinham mais interesse em abordar, em suas produções, as temáticas relacionadas aos problemas econômicos, políticos e sociais do mundo. (mais…)

Modernismo 1ª geração

Modernismo 1.ª geração

O Modernismo no Brasil passou por três momentos distintos. A Primeira Geração, também chamada de Fase Heroica, foi um período de afirmação nacional, em que predominou a postura radical de rompimento com os padrões artísticos tradicionais, afinal, a primeira metade do século XX foi marcada pela convivência entre tradição e modernidade de maneira nem sempre pacífica. (mais…)

Vanguardas europeias

Vanguardas Europeias

O grande conflito do começo do século XX foi entre os tradicionalistas, que visavam à manutenção dos princípios clássicos, e os modernistas, que buscavam romper com tais valores. Foi nesse contexto de oposição entre a arte tradicional e a arte moderna que surgiram as Vanguardas Europeias.

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Pré-modernismo

Pré-modernismo

Diferentemente do século XIX, em que tivemos o Romantismo, o Realismo, o Naturalismo, o Parnasianismo e o Simbolismo, o século XX foi um período muito produtivo, em que predominou apenas um estilo: o Modernismo. No entanto, esse estilo passou por fases distintas, e a primeira delas foi o Pré-Modernismo. (mais…)

Simbolismo em Portugal

Simbolismo em Portugal

O Simbolismo em Portugal iniciou-se com a publicação da obra “Oaristos”, de Eugênio de Castro. Apesar de ter convivido, no final do séc. XIX, com as escolas antirromânticas do período realista – Realismo, Naturalismo e Parnasianismo –, o Simbolismo caracterizou-se por apresentar uma percepção de mundo diferenciada, sendo mais subjetivo e sensorialista. (mais…)

Parnasianismo no Brasil

Parnasianismo no Brasil

No Brasil, o Parnasianismo se desenvolveu a partir de 1882, com a publicação da obra “Fanfarras”, de Teófilo Dias. Aqui, foi uma escola importante, influente e bem aceita pelo público leitor da elite carioca, diferentemente de Portugal, onde foi um movimento inexpressivo e de pouca influência. (mais…)